O que poderia dizer eu, dos olhos fissionados nos meus como nunca se houve antes
Música de doçura inscontante, incontente de ver o invisível o incrível
Diga-me algo que não sei, diga me algo que vá além de sua imagem perfeita de deslumbre que queima no enxofre
Relembre-me o que é ser feliz sem querer sendo
Apenas por surpresa mostre o incontestável que esconde debaixo de seus olhares sagrados
Cante uma canção de ninar mas não vá embora no final não me assombre quando acabar não invada meus sonhos sem minha permissão
Não me puxe pelo casaco redirecionando o caminho que devo seguir
Não me deixe me perder em seu olhar que nada revela
Que oculta as mais belas vitimas do desejo e da reparação
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